Rendas & Botões
27 de Maio de 2016

Depois de experimentar o giz mais tradicional, os lápis de giz da Prym e o marcador temporário para tecido Prym, elejo este último como a melhor solução para transferir os moldes para o tecido. 

 

Com as soluções em giz (barra e lápis), tive imensa dificuldade em desenhar nos tecidos finos que se movem muito - e ao desenhar moldes, isso não é nada bom.

 

O marcador - lavável a água - desliza muito mais facilmente no tecido, tornando-se muito mais fácil e imensamente mais rápido.

 

prym.jpg

 A mim, custou-me €5.00, mas vi que existem marcadores solúveis para tecido desde os €2.50 (não conheço as marcas). 

publicado por cs às 19:39 link do post
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20 de Outubro de 2015

WP_20151020_002.jpg 

Recentemente tenho tido um maior cuidado para combater o desperdício de materiais:

- tenho uma caixa com os restos de feltro, que têm sempre utilidade numa peça pequenita;

- tenho uma caixa para restos de tecido pequenos, mas que ainda assim podem ser utilizados em pequenos projectos (os famosos "sraps of fabric", uma tradução útil para procurar projectos no Pinterest);

 - tenho uma saquinha plástica para restos de tecidos e linhas não utilizáveis e que coloco no contentor dos desperdícios têxteis ( quando os coloco no contentor, vão enfiados nuns collans rotos, que utilizo como saco).

 

E hoje fez-se luz.

Sabem aqueles restos de linhas, que sobram depois de costurar algo e vão ficando meio enrolados em canelas, tubos, ou então enfiados em agulhas? Aqueles que atrapalham e que acabamos por nos fartar deles e os deitamos fora? 

Não? Então sou só eu.

Hoje ocorreu-me que estava a utilizar linha nova para alinhavar, em vez de utilizar estes restos.  Ainda por cima tenho bastante bocados de linhas (de diferentes cores) enrolados nas mesmas canelas de uma máquina de costura desactivada. 

É dois em um: vou destralhar as linhas e as canelas que não tinham uso e vou poupar as linhas novas. 

publicado por cs às 09:23 link do post
17 de Agosto de 2015

Eu e Carla estivemos na Feira Nacional de Artesanato de Vila do Conde onde a renda de Bilros é rainha. Ficamos completamente enlevadas pelo que vimos e francamente motivadas para experimentar.

Mas experimentar bilros, pareceu-nos um projecto tão ambicioso como custoso, tendo em conta os materiais que exigiam. 

bilros.JPG

 

Foi aí que arregaçamos as mãos e fomos em busca de versões DIY. 

 

ALMOFADA

Rapidamente descobrimos que a renda de bilros não é exclusiva de Portugal e já era mencionada em textos italianos do séc. XV.  Descobrimos igualmente que não existe apenas um modelo de almofada. A foto abaixo (Aracne) foi o momento em que deixei de namorar a renda de bilros para passar a acreditar que conseguiria fazer os materiais. 

b1.JPG

 

Depois vi a imagem seguinte e percebi que a diferença entre ter uma almofada em rolo e uma plana, tem muito mais a ver com o trabalho a executar, que com outra coisa:

b2.JPG

Também encontramos uma rendilheira que utilizava placas de cortiça e algumas ainda que criavam a sua almofada bastante sofisticada.

 

A nossa almofada de bilros DIY

DSC_0036.JPG 

A nossa almofada não é nada mais que um bocado de esponja com tecido a embrulhar (como um presente) e com alfinetes a prender o tecido. APENAS ISSO. 

Fizemos 3 almofadas em cerca de 10 minutos.

Basicamente, deverão ter um material em que possam espetar alfinetes sem que estes caiam. 

 

BILROS

Os bilros são os pauzinhos de madeira onde enrolamos a linha a utilizar. Também aqui há tantos os bilros como as culturas em que a renda é feita, dos mais simples aos mais artilhados. 

Das nossas investigações percebemos que é uma boa ideia os "decorar" em pares, porque se torna mais fácil trabalhar a renda. 

Rapidamente percebemos que é possível improvisar bilros até com molas da roupa ou com papel.

b3.JPG

 

 

BILROS DIY

DSC_0039.JPG

 

Os nossos bilros foram feitos com paus de espeto cortados com 11 cm. Nos da fotos, utilizamos fita cola colorida para dar o volume habitual. O volume que tem a secção superior do bilros, pareceu-nos importante para que o nó corrediço do fio não se solte.

 

A LINHA

As linhas utilizadas para a realização de rendas de bilros são tão diversas que nem nos preocupamos com isso. Vimos utilizarem linha de crochet e como já temos alguma, é a eleita.

A título exemplificativo, as renda de bilros entrou no Guiness Book of Records com linha nº 20. 

DSC_0037.JPG 

Vejam a forma engenhosa como a Carla prendeu um alfineteiro à almofada. Claro que aqueles alfinentes não serão suficientes.

publicado por cs às 17:09 link do post
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